A serpente na árvore seca de fruto murcho no quintal sob o céu ardil, lambendo a areia suada entre as pernas galhos da vulva vasta. O corpo açoita e é dessa surra valente entre os dentes e as córneas que o juízo perde seu julgo e vai ao final, ouvindo glórias e aleluias dos fiéis enquanto os uivos chegam ao transe voraz da carne. Santa é a carne que peca! Infeliz a mente perturbada pelo sossego moral.

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